Indique-nos
Nome do Amigo:

E-mail do Amigo:

Seu Nome:

Seu E-mail:

 
Newsletter


Poesias

05/09/2010 13:52:43
domingo, 06 de dezembro de 2009
sexta, 08 de maio de 2009
HDTVi
            Osmar Casagrande
 
 
Pela janela virtual
o mundo visita meus olhos:
um click transmuta desertos
em relva macia;
outro click transforma
desejo em satisfação garantida.
 
Falo com a TV interativa,
inteira e ativa
que vende sonhos:
PLASMA
TV
LCD
— matriz na cabeça.
 
Plataforma em alta resolução
resolução de compra
solução de canais de resposta
— quanto a aposta?
Quem dá mais pela sétima virtual...
segunda, 06 de abril de 2009

 

Ocê é o colírio do meu ôiu.
O chiclete garrado na minha carça dins.
A maiônezi do meu pão.
O cisco no meu ôiu (o ôtro oiu - eu ten dois).
O limão da minha caiiipirinha.
O rechei do meu biscoito.
A masstumate do meu macarrão.
A pincumã do meu terto.

Vixe minima!
Gosto dimais da conta docê, uai.

Ocê é tamém:
O videperfume da minha pintiadêra.
O dentifriço da minha iscovdidente.

Ópcv,
Meu zoin fica isbugaido só de ti vê!
Quem tem amigo assim, tem um...

quarta, 11 de julho de 2007

AI! SE SÊSSE!... 

 

Interpretação: Cordel do Fogo Encantado - clique aqui para ouvir

 

Se um dia nós se gostasse;
Se um dia nós se queresse;
Se nós dois se impariásse,
Se juntinho nós dois vivesse!
Se juntinho nós dois morasse
Se juntinho nós dois drumisse;
Se juntinho nós dois morresse!
Se pro céu nós assubisse?
Mas porém, se acontecesse
qui São Pêdo não abrisse
as...

terça, 13 de março de 2007

 

Divinamente tu me acordas
E com um olhar resplandescente
Me leva a conhecer e refletir
Sobre a sua grande formosura
Que é ímpar, única.

Agora, aquele olhar se torna meigo, cândido.
E me permite sonhar,
Sonhar com um amanhã que depende
única e exclusivamente da sua despedida
A qual não me entristece
Pois dependo dela para que te vejas outra vez.

Já não posso ver mais o teu rosto
Sim, foste embora
Me deixando na lua, nas estrelas e na imensidão da noite,
A certeza de que voltarás,
Na manhã seguinte me...

segunda, 05 de fevereiro de 2007

Pelos esquadros da janela
Há quadros negros, nela
Negros que são.
Pelos esquadros da janela
Os anos se vão
Emoldurados , enclausurados
Talvez na repressão da cor/
em uma cela
Lá existem tantos
E são tão iguais a elas
Mau parece....... pura imperfeição.

Do meu lado ainda sinto
Teu beijo escarrado em minha boca
Da minha janela,
Vejo que os melhores anos se foram/ com ela
Como muitos, também
Pelos esquadros da janela.

autor: Jair Júnior Parriul

segunda, 05 de fevereiro de 2007

João Cabral de Melo Neto

Nas margens do Mediterrâneo
não se vê um palmo de terra
que a terra tivesse esquecido
de fazer converter em pedra.

Nas margens do Mediterrâneo
Não se vê um palmo de pedra
que a pedra tivesse esquecido
de ocupar com sua fera.

Ali, onde nenhuma linha
pode lembrar, porque mais doce,
o que até chega a parecer
suave serra de uma foice,

não se vê um palmo de terra
por mais pedra ou fera que seja,
que a cabra não tenha ocupado
com sua planta fibrosa e negra.

1

A cabra...

Últimas Notas
Últimos Comentários
Meu Perfil

Jair Júnior Parriul - Formado em Administração de empresas, com especialização em Comunicação Empresarial e Marketing,  MBA em Gestão Empresarial. Ex-Professor da Faculdade Objetivo em Palmas, Ex-Professor na Faculdade FECIPAR  em Parariso do Tocantins, Ex-Professor da Faculdade UNEST em Paraiso do Tocantins, Professor de Graduação e Pós-graduação da Faculdade  ITOP, em Palmas, Assessor de Planejamento e Orçamento do SENAC - Tocantins, Consultor e Instrutor. Compositor e Poeta, autor dos livros "Ventos de Liberdade" e "Feliz Ferido". Natural de Gurupi-TO, Hoje reside em Palmas-TO. Ciclista aventureiro.

Copyright 2007 - 2007. Todos os direitos registrados para Jair Júnior Parriul