Ouça as músicas e poesias do Prof. Jair.
Ocê é o colírio do meu ôiu.
O chiclete garrado na minha carça dins.
A maiônezi do meu pão.
O cisco no meu ôiu (o ôtro oiu - eu ten dois).
O limão da minha caiiipirinha.
O rechei do meu biscoito.
A masstumate do meu macarrão.
A pincumã do meu terto.
Vixe minima!
Gosto dimais da conta docê, uai.
Ocê é tamém:
O videperfume da minha pintiadêra.
O dentifriço da minha iscovdidente.
Ópcv,
Meu zoin fica isbugaido só de ti vê!
Quem tem amigo assim, tem um...
Interpretação: Cordel do Fogo Encantado - clique aqui para ouvir
Se um dia nós se gostasse;
Se um dia nós se queresse;
Se nós dois se impariásse,
Se juntinho nós dois vivesse!
Se juntinho nós dois morasse
Se juntinho nós dois drumisse;
Se juntinho nós dois morresse!
Se pro céu nós assubisse?
Mas porém, se acontecesse
qui São Pêdo não abrisse
as...
Divinamente tu me acordas
E com um olhar resplandescente
Me leva a conhecer e refletir
Sobre a sua grande formosura
Que é ímpar, única.
Agora, aquele olhar se torna meigo, cândido.
E me permite sonhar,
Sonhar com um amanhã que depende
única e exclusivamente da sua despedida
A qual não me entristece
Pois dependo dela para que te vejas outra vez.
Já não posso ver mais o teu rosto
Sim, foste embora
Me deixando na lua, nas estrelas e na imensidão da noite,
A certeza de que voltarás,
Na manhã seguinte me...
Pelos esquadros da janela
Há quadros negros, nela
Negros que são.
Pelos esquadros da janela
Os anos se vão
Emoldurados , enclausurados
Talvez na repressão da cor/
em uma cela
Lá existem tantos
E são tão iguais a elas
Mau parece....... pura imperfeição.
Do meu lado ainda sinto
Teu beijo escarrado em minha boca
Da minha janela,
Vejo que os melhores anos se foram/ com ela
Como muitos, também
Pelos esquadros da janela.
autor: Jair Júnior Parriul
João Cabral de Melo Neto
Nas margens do Mediterrâneo
não se vê um palmo de terra
que a terra tivesse esquecido
de fazer converter em pedra.
Nas margens do Mediterrâneo
Não se vê um palmo de pedra
que a pedra tivesse esquecido
de ocupar com sua fera.
Ali, onde nenhuma linha
pode lembrar, porque mais doce,
o que até chega a parecer
suave serra de uma foice,
não se vê um palmo de terra
por mais pedra ou fera que seja,
que a cabra não tenha ocupado
com sua planta fibrosa e negra.
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A cabra...
Jair Júnior Parriul - Formado em Administração de empresas, com especialização em Comunicação Empresarial e Marketing, MBA em Gestão Empresarial. Ex-Professor da Faculdade Objetivo em Palmas, Ex-Professor na Faculdade FECIPAR em Parariso do Tocantins, Ex-Professor da Faculdade UNEST em Paraiso do Tocantins, Professor de Graduação e Pós-graduação da Faculdade ITOP, em Palmas, Assessor de Planejamento e Orçamento do SENAC - Tocantins, Consultor e Instrutor. Compositor e Poeta, autor dos livros "Ventos de Liberdade" e "Feliz Ferido". Natural de Gurupi-TO, Hoje reside em Palmas-TO. Ciclista aventureiro.